quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Quando eu não sabia o que era amor...

...escrevi um poema para um livro do Colégio. O livro se chama Vida, Sentimentos e Emoções. Lendo novamente, não consigo pensar em outra coisa senão em algo burlesco!


A danação do Amor

O Amor corrompe a alma
Degenera a criatividade
Estupra a razão e a calma
Acaba com a integridade

O Amor é um instrumento
Incorpóreo e hostil
É um estranho sentimento
Como um vampiro, sedento e vil

O Amor é aquilo
Não há palavras para descrever
Para quem não pode senti-lo
No jogo, sorte irá ter.


O ano foi 2009 e eu estava frustrada. Tinha medo de que minha concepção sobre o sentimento mais perfeito fosse realmente essa descrição suja.
Eu só tinha me apaixonado na hora errada. E que bom, não deu certo! O que era meu estava guardado...

É como se fosse uma peça de quebra-cabeça que estava faltando e eu tentei colocar outra que não servia.
Em 2010, eu encontrei a peça. O amor me encontrou.
Eu sou dele. Ele é meu... Sempre foi, sempre será.

Amém.

 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

"Now you're just somebody that I used to know"

Como eu disse no primeiro post, aqui está... O breve chegou e vou fazer um brevíssimo comentário sobre as pessoas que passam por nossas vidas e tatuam boas imagens em nossa memória.

Redigir algo assim é complicado, pois há várias abordagens, desde algo leve como um desconhecido que muda o dia (seja por um olhar, um sorriso ou palavra) até um contexto mais pesado como a morte de uma pessoa próxima.
A intenção, no entanto, é refletir sobre alguns que estavam por perto, e por razões da vida trilharam seus caminhos, diferentes do meu. A separação foi inevitável. Sem despedidas, sem dramas. Só “até logo”.

Às vezes penso que faço questão de trazê-las de novo para o meu mundão frenético e não sei se nos reconheceríamos. Pessoas mudam seus vícios.
  • Algum mal em citar uma cadela? Ela me curou. Ela guarda segredos meus até hoje.
  • Uma babá que ensinava a dançar na sala de estar e me livrava de possíveis broncas.
  • Ou quem sabe um amigo da época do ginásio, bem altão. Ele gargalhava comigo por coisas que só a gente entendia e não sabia explicar. No fim das aulas acompanhava até o ponto de ônibus e seguia para o conservatório de música.
  • Um camarada do colegial que era o parceiro oficial para shows, pura emoção. Era só avisar: Coldplay, Capital Inicial...
  • Ainda na mesma escola, o funcionário de meia idade da portaria. Bom de papo e principal auxiliador na conquista de uma paixão platônica.
  • Também tinha uma garota do cursinho, que na época tinha cabelos vermelhos. Ela disse o que eu queria ouvir e eu usei isso a meu favor. Tudo em prol da oficialização de um romance com ninguém menos que o amor da minha vida.
  • E não poderia me esquecer de um rapaz do mesmo curso. Companheiro de ônibus engraçado. Autor de comentários indiscretos bem quando estávamos de frente com o objeto comentado. Boas risadas, boa viagem diária.
Para vocês e outros aqui ocultos, muitíssimo obrigada.

Tem muita gente que se encaixa aqui... Boa oportunidade para dar aquele telefonema adiado para os que passaram e tiveram relevância em algum momento. E, sobretudo, também é uma excelente ocasião lembrar o quanto são importantes aqueles que continuam fazendo parte de nossas histórias.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"So...whatever happened to you? - Life. Life happened."

Pronto, já tenho planos... embora ainda esteja angustiada por alguma razão, sinto-me mais aliviada por saber ao menos o básico para esse ano. Embora ainda inconformada com os resultados, é bom saber deles.
Meu corpo deve estar me xingando muito agora.... como eu me deixo afetar tanto incoscientemente! Estou tentando racionalizar ao máximo minhas insatisfações em vários aspectos porque na verdade está tudo como deveria estar. Tudo bem.

Uma pena é a sensação que às vezes acomete meu ser quando me sinto só; é como se eu não bastasse para mim. A sensação de que o mundo vai me engolir e nem perguntaram meu nome... É isso e um monte de absurdos.
Está certo que minha visão também amplia os problemas, coisas que muitas vezes não existem ou que são dignas de desprezo. A minha interpretação dos fatos é culpa minha e só minha.

E chega de autoterapia por hoje! (...) Essas férias tenho lido bastante e assistido filmes, dois hobbies insuperáveis... a última leitura foi do livro Um Dia, do David Nicholls...Best-seller, foi pro cinema e eu não assisti [ainda].
Enfim, não vou fazer crítica nem spoiler, mas qualquer emoção a respeito da história só veio horas depois. Efeito retardado, sei lá. Chorei. A gente aprende com a ficção, sente uma certa empatia.

Devo admitir que já desejei estar em outras histórias. Na verdade, já formulei teorias de que alguém em algum lugar se diverte comigo, que eu já sou a história. Presunção? Sempre...

sábado, 7 de janeiro de 2012

"It's a new dawn, it's a new day, it's a new life..."





Puxa vida, que difícil... é tanta inspiração [sério]

Outro blog, depois de tentativas frustradas de escrever em diários convencionais [falta paciência e tempo]... A motivação para este veio com as férias de verão e o blog de uma conhecida, quase desconhecida agora...
Engraçado como as pessoas passam pela vida uma das outras e deixam alguns tesouros [tal fato será comentado em breve, dada a frequência com que ocorre com, digamos, todo mundo] 

Bom, por onde começar?
Veja bem, acontece tanta coisa todos os dias, sem contar as memórias mais relevantes e as expectativas de futuro...
Mas é isso aí... O pensamento mais vulgar no Réveillon é acreditar em mudanças significativas para o novo ano. Pois é, elas acontecem...

Você, pessoa mais ou menos cética, que pode até acreditar um pouco em destino, mas procura ter pleno controle de sua vida... Já sentiu como se não soubesse do amanhã?
Já passou pela sua cabeça que o Universo está conspirando a favor de algo que você desconhece? E qual a razão disso?
Ok! Chega de questões existenciais... Ninguém quer chorar, não agora...
O fato é que tudo está em constante transformação e é muito bom perceber o progresso, mesmo sem saber ao certo onde isso vai dar. 
Então, aperte o cinto porque o mundo está andando a uma velocidade assustadora.
 
Que venha 2012!  E que eu não afogue no poço da ansiedade.